Então, actualmente temos: mini-saias, livros de bolso, donut’s-mini, mini-tralhedo-de-brincar, mini-cd’s (as PEN’s), mini-chocolates, cafés curtos e mini-prendas, mini férias… mini-tudo! Até o tempo de que dispomos tem tendência a diminuir, já sem pensar nas roupas que encolhem nas máquinas vendidas cada vez mais a preços baixos. Saímos à rua, “- Olha a mini-bola-de-berlim!”, liga-se a TV e “o micro-crédito tem mais aderentes”. Como vemos, muita coisa de “piquena” e média dimensão nos envolve, assim que damos um passo por cima do tapete, comprado no “Mini-Preço” ou no “Pingo Doce”, que por sinal não é gota nem tem doce algum...
Vejam só que até nas férias nos cortam o lazer! Mini-férias, aquela pobreza onde só quem pode usufrui do fim-de-semana (que só tem 2 dias) adicionado aos feriados de Dezembro muito mal metidos às terças. E mesmo os que vão, vão para mini-apartamentos em mini-destinos tropicais de uma só palmeira com 3 cocos.
Temos de ter cuidado, qualquer dia as pessoas encolhem! E depois?

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